Dirty Computer, por Janelle Monáe. Conheça mais produções LGBT !

6 produções LGBT QIA+ incríveis

Dá pra encontrar muita representação em conteúdo feito e/ou protagonizado por pessoas LGBTQ+. É também maravilhoso porque possibilita ampliar sua visão de mundo e repertório cultural, de um jeito que a produção cultural popular não o faz. Aqui estão 6 produções LGBT QIA+ incríveis para você aproveitar 😉

6 produções LGBT QIA+

Youtube

Não tem ninguém no Youtube fazendo o que a Luiza Junqueira faz, do jeito que ela faz. Temas como autoestima e empoderamento feminino em vídeos hora tocantes, hora engraçadíssimos, são a especialidade dela. Tive a oportunidade de conhecê-la no seu encontrinho em São José dos Campos no final de 2017, e posso garantir que ela pode te impactar e ensinar muito!

Música

Liderada por Asssucena Asssucena E Raquel Virgínia, As Bahias e a Cozinha Mineira são um grupo que já tem dois álbuns maravilhosos. BIXA(2017), seu segundo, traz um som pop sintetizado dançante, perfeito para momentos de alegria explosiva.

No final do ano passado fui em um dos shows de despedida do primeiro cd, Mulher(2015). Foi foda, pra dizer o mínimo.

Filme

Curta – ou emotion picture, como diz a cantora, pertencente ao álbum de mesmo nome da Janelle Monáe. Ficção Científica Afropunk em seu melhor nível.

Janelle tem feito coisas incríveis desde seu primeiro cd, e espero com ansiedade por tudo o que ela lança. É uma artista para se ficar de olho!

Artigo

Pela Descolonização das Identidades Trans – Viviane Vergueiro.

Viviane Vergueiro é ativista transfeminista, pesquisadora em identidades de gênero e diversidades corporais. Este trabalho propõe uma reflexão incrível sobre as identidades trans e não cisgêneras. Vale o estudo!

Livro

E Se Eu Fosse Puta – Amara Moira

Travesti putafeminista, doutora pela Unicamp, colunista da Mídia Ninja, autora do #ESeEuFossePuta, Amara escreve de suas vivências neste livro incrível. Recomendadíssimo 🙂

Teatro

Contado a partir da perspectiva do diretor e irmão de Gabriela, Nelson Baskerville dirige este espetáculo tocante sobre a vida de Gabriela, uma travesti em busca de sua identidade.

Assistir à peça foi um dos melhores investimentos que fiz este ano, e também a melhor experiência que tive em um teatro. Ri e chorei por 2 horas seguidas, e saí da apresentação mudado.

Quer mais?

Falo sobre minhas vivências enquanto gay aqui.

E você, tem alguma indicação de produções LGBTQ+? Manda aí nos comentários, ou nas redes sociais Facebook, Twitter ou Instagram. Abraços e até a próxima!